‘Quantic landscapes – terra firma, movi mento momento (1)’

 

Centro das Artes e do Espectáculo de Sever do Vouga; Programação e gestão cultural_Brígida Alves
Exposição_‘Memórias de verão’ – CAE Sever do Vouga
Curadoria_Filomena Castro Alves & Miguel Martins da Silva
Instalação_Filipe Garcia ‘Quantic landscapes – terra firma, movi mento momento (1)’

Este processo na fronteira da complexidade entre o físico e o pictórico expressa-se pela possibilidade subtil de visualização de paisagem num conteúdo aparente mente abstracto, e pretende levar à reflexão a observação do lugar que é consciencializado durante o ato intuitivo do olhar, no movi mento do presente.

 

Qual a fronteira que espoleta o real, e qual a sua antagónica que se desfaz em real idade, como se realiza esse processo de solução e dissolução?

A perspectiva do lugar na abstracção como paisagem é um acontecimento infinito quando a apresentação do pensar/acção do sujeito criativo na idade do autor é intuitiva e de livre idade, no seu antagónico existe a retrospectiva não lugar em finito, a do trabalho/mental do artista objecto que remete a obra ou parte dela para a sua vertente espaço temporal e para a repetente representação da sua objecto alidade.

Aqui a obra é pontual e expressa a possibilidade de paisagem em pequenas percepções sentida, uma observação científica da linguagem do subjectivo consciente pontual que emerge da primeira dimensão, da linha expressa na segunda, do plano de acção da terceira, da possibilidade de paisagem na quarta, e da sua meta física na quinta.

O artista objecto trabalha no tempo.
O sujeito criativo ocupa o presente.