Sopa de Pedra 2024 – ‘Language – Gnose dia logus’
Performance por Filipe Garcia
‘Language – Gnose dia logus’
Mix. media – expressão vocal & representação em giz
Duration +/- 18’
‘Language – Gnose dia logus’ é uma proposta experimental para performance onde a poesia falada e escrita (spoken word) acontece e se desenvolve de forma dialética e retórica na tangente entre o sagrado e o profano, o som e a escrita, o perceptível e o (a)perceptível. Um desenho experimental de luz e sombra, dito e impresso, que procura pela livre idade do presente estabelecer um diálogo de gnose entre o efêmero e o eterno co criativo.
Objecto por Filipe Garcia
‘Quantic land_scape – vacuum’
Acrilico sobre tela
80/80cm 2024
‘Quantic land_scapes – vacuum’ é uma série simbólica/pictórica de movimento e momento horizontal em analogia ao finito paradigmático e infinito paradoxal.
Pretende conceptualmente expressar a dualidade da paisagem como hipertexto ou campo expandido visual (entendida problematicamente) entre a presença perceptiva do objecto/sombra aqui representado pela possibilidade de paisagem e sua expressão de ideia e ilusão imagética, e a sua respectiva e antagônica analogia de sujeito, representada aqui pela linha de luz branca em repouso e sua expressão (a)perceptiva de ausência na simbolização conceptual e visionária de não dualidade e ‘vacuum’.
UMA SOPA ARTÍSTICA COM PEDRA ÉTICO POLÍTICA!
Este ano cumprem-se 50 anos do 25 de abril. Como sempre preparamos a nossa revolução (a sopa artística e comunitária) no dia 24. O programa acontece à tarde, seguindo pela noite e madrugada de 25, sob a égide do processo cooperativo e comunitário inspirado pelo popular conto da ‘Sopa de Pedra’.
A nossa sopa é vegetariana, tem uma pedra ético-política!
A 24 de abril preparamos anualmente o 25 de abril e o programa que o acompanha: uma exposição coletiva, performances, um concerto, entre outras atividades. Vai-se desenhando de forma emergente, sem uma ideia de curadoria impositiva.
Em torno da elaboração de uma sopa comunitária emerge esta auto-expressão comunitária, numa dimensão cooperativa e de co-decisão. Este sempre foi o formato da SOPA, que no seu método e contexto específico, coloca a liberdade a par da responsabilidade partilhada. Neste dia qualquer pessoa que queira juntar-se a este espírito de celebração crítica, será bem vinda. Juntos degustaremos a sopa e as várias actividades.
Org.
Ateliers Mompilher//
*The Fictionary Players
(A.R. Costa, H.M.Brito, J.F. Santos, M. Seabra)
Sobre a Sopa:
A organização do evento tem a sua génese no coletivo The Fictionary Players* com sede de trabalho no espaço dos Ateliers Mompilher, espaço que se transformava em Abril numa plataforma aberta à comunidade e à partilha expressiva, criativa, afetiva e crítica.
Passaram entretanto 13 anos e 16 edições da SOPA DE PEDRA e o seu perfil de (auto)organização mantém-se. Para além de sempre ter existido uma ligação programática natural com o Café Candelabro, nos últimos anos o evento tem-se dividido entre o espaço expositivo Armazém Fundo, situado na Térmita (Exposição e Performances) e no Café Candelabro (Concerto, Sopa comunitária, Música).
Houve também, até à data, três edições externas aos nossos Ateliers: fizemos a SOPA na Bienal de Arte da Maia, no Espaço Maus Hábitos e na Galeria do Sol/ CCOP. E ainda duas edições online (2020 e 2021) devido à pandemia.
Sopa de Pedra #16 2024
Organização e Curadoria Alexandre A. R. Costa; Hugo Brito; Jorge Fernando dos Santos & Miguel Seabra
Performance by filipe Garcia ‘Language – Gnose dia logus’
Nos Atliers Mompilher, Rua da Conceição 7, Porto PT
dia 24 de Abril de 2024












